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Mineiro de Belo Horizonte, Leo Minax começa, ainda criança, a aprender a tocar o violão na escola da professora Sônia. Já adolescente freqüenta o curso do professor Nelson Piló. Começa –e abandona posteriormente- os cursos de teoria musical e violino no Palácio das Artes, e de apreciação musical na Fundação de Educação Artística.

Em 1980 começa o curso de Jornalismo na U.F.M.G.

Em 1982, junto ao amigo e parceiro Marcelo Sarkis cria o GRUPO CÂNFORA, participando de festivais universitários. (Guto de Almeida, Silvinho Graciano, Pedro Duarte, Toshio Takahashi sáo os demais membros estáveis deste grupo).

Em 1983 começa a tocar bateria profissionalmente no grupo de Solange Borges, irmã do compositor Lô Borges.

Em 1983 faz a sua primeira atuação profissional -como baterista- no encerramento do Festival deMúsica de Caeté (Minas Gerais), com o grupo daquela artista.

Leo Minax se forma em jornalismo em 1985. Deixa a bateria e volta ao violão como instrumento principal, atraído pelo estilo de Toninho Horta –o famoso músico mineiro, que entáo já estava consolidado como uma grande referência internacional para violonistas, guitarristas e compositores.

Em 1987 Leo Minax sai do Brasil para se dedicar à música. Passa um ano em Paris antes de chegar a Madri. Decide ficar na Espanha por motivos sentimentais: seu avô era espanhol e por motivos musicais: queria aprender violão flamenco.

 


1990 - Quando começa a fazer seus primeiros trabalhos tocando violão e cantando, a prioridade passa a ser a música brasileira. Volta a estudar teoria musical e solfejo com o prof. Gergely, em Madri. Estuda improvisação e harmonia com Sean Leavitt no “Taller de Jazz”, também em Madrid.

Começa a trabalhar como músico profissional na capital espanhola e desenvolve o seu trabalho de compositor. Durante uma atuação, numa noite em 1992, aparece ali o artista Toninho Horta. Nasce aí uma amizade que frutificaria em participações discográficas. ToninhoHorta seria também, a partir deste momento, um dos principais impulsores da carreira de Leo Minax como compositor.

 



Em 1993 inicia a gravação do seu primeiro CD, BONITO DE ESCUTAR, em Madrid, com as participações de Toninho Horta e de Suso Saiz, reputado músico e produtor espanhol. A influência e proximidade de Suso Saiz na trajetória musical de Leo Minax começaria com este disco.

BONITO DE ESCUTAR foi lançado em 1996. O primeiro grupo que interpretou a música original de Leo Minax na Espanha estava formado por Carlos Carli (bateria), Bida Nascimento (baixo), e German Kucich (piano).

Participou em importantes festivais como o “JOHNNY WALKER” de Madri y “EL GREC”, de Barcelona, nos dois casos abrindo os shows de Djavan. Participou também do festival “LA MAR DE MÚSICAS”,em Cartagena, dividindo o palco com Rosa Passos.

 



Em 2000 lança SOL NO BREU e começa a colaborar com músicos espanhóis importantes, tais como Jorge Drexler, Pedro Guerra e Luís Pastor.

SOL NO BREU tem dois convidados da música brasileira: os mineiros Sérgio Santos e Toninho Horta, uma vez mais. Entre outros muitos artistas convidados se destacam Mercedes Ferrer, Luis Pastor, Suso Saiz, Polo Ortí e Victor Merlo.

A banda que trabalhou com Leo Minax nos shows de apresentação de SOL NO BREU estava formada por German Kucich (piano), Carlos Carli (bateria) e Jato (baixo).

Leo Minax produziu SOL NO BREU com a ajuda de Alfredo Lorenzo, do selo discográfico TANGARÁ - selo e distribuidora de Barcelona especializado em música brasileira. O ator espanhol Gabino Diego – também dono de um selo discográfico - se encarrega do design deste disco: As fotos têm a firma de Robert Freeman.

 



Leo Minax segue com as apresentações do seu segundo disco.

Em 2001 o famoso artista uruguaio radicado na Espanha, Jorge Drexler inclui a canção “CAUSA Y EFECTO” (música de Leo Minax e letra de Jorge Drexler) no seu disco “SEA”.

Em 2002 o renomado cantautor espanhol Luis Pastor inclui a canção “LÁBIOS DE SAL”-também parceria- no seu disco “SOY”.

Participa do ciclo CONCIERTOS DE RADIO 3, da RTVE.

Leo Minax começa a aparecer no circuito madrilenho de cantautores, atuando con regularidade no Café Libertad e no Buho Real.

 


Em 2003 lança STEREO 13, uma produção atenta às novas tendências da música brasileira. As letras deste disco foram escritas em castelhano, mas gravadas em português, junto aos parceiros espanhóis Pablo Guerrero, Luis Pastor, Mar Serna e Diego Vasallo. Também estáo o uruguaio Jorge Drexler e o brasileiro Marcelo Sarkis, dividindo as composiçóes.

O produtor de STEREO 13 é Suso Saiz, e as fotos do disco estáo feitas por Jerónimo Álvarez. Guillermo Quero aparece como co-produtor deste disco.

A banda que apresentou STEREO 13 estava formada por Fernando Samalea (bateria), Maria Eva Albistur (baixo), Alicia Araque e Luismi Baladrón (coros) e Huma (guitarra). Jorge Garcia e Moy Natenzon (bateria) também participaram dos shows.

 


Em 2003 Leo Minax trabalhou com Celso Adolfo no cd O TEMPO, disco gravado graças à Lei Estadual de Incentivo a Cultura, dividindo estúdio e parceria.

Em Abril de 2003 voltaria a Belo Horizonte para participar dos shows lançamento do disco de Celso Adolfo, O TEMPO.

Na Espanha continua mantendo intensa rotina de apresentações. Participa no Festival de VIC, na cidade de mesmo nome, na Catalunha.

Também participa no ciclo ”LAMÚSICA CONTADA”, em Málaga.

Também em 2003 –novembro- fez um show no teatro “LÈSPAI”, em Barcelona, gravado e emitido posteriormente pela RADIO NACIONAL DE ESPAÑA, R3.

Grava sua voz na trilha sonora do filme francês “LE DEFI”, de Blanca Li, na que canta “Tu eres la canción”(Samos/Gutiérrez).

Grava nos discos dos argentinos Maria Eva Albistur (AVATAR) e Lucas Marti (OTRO ROSA), assim como no trabalho discográfico do africano Seydu (DIAMOND TEARS), produzido por Lokua Kanza.

Participa pela segunda vez do ciclo CONCIERTOS DE RADIO 3, da RTVE.

Em 2003 Pedro Guerra, importante compositor espanhol, grava a parceria com Leo Minax, “Solamente Negra”, no disco multimídia “GENTE QUE MUEVE SU CASA”. Este disco está publicado pela FUNDACIÓN CONTAMÍNAME, dirigida por aquele autor e destinada a promover a mestiçagem cultural na Espanha. Neste disco participam outros artistas espanhóis importantes, tais como Javier Álvarez, Marina Rossell, Marc Parrot e Luis Pastor. (“Solamente Negra” está cantada neste disco pela artista brasileira Fernanda Cabral).

 


Leo Minax segue com a promoção do seu disco STEREO 13.

Viaja ao Brasil com a sua banda, e toca no Rio de Janeiro, Sáo Paulo e emBelo Horizonte.

Em Julho de 2004 volta a Madri com o seu grupo e participa do prestigioso festival “Los Veranosde LaVilla” na capital da Espanha, no mês de agosto do mesmo ano.

Participa do ciclo UNIVERSIDAD SOLIDARIA em Canarias.

Junto ao contrabaixista espanhol Pablo Martin grava em 2004 o disco –con DVD- titulado IMPAR. Este trabalho será publicado proximamente. As imagens são de Jerónimo Álvarez.

Também em 2004 participa como violonista no disco da cantora espanhola Pilar Jurado, “PJ PROJECT”, publicado pela Fundación Autor (SGAE).Também colabora com Flavia N, cantora brasileira radicada na Espanha, e com o cantor e compositorespanhol Ivan Ferreiro (do extinto grupo LOS PIRATAS).

Grava com a cantora FLAVIA–N (brasileira radicada em Madrid) o disco AZUÊRA. É o primeiro disco solo da artista, que conta com composições inéditas de Leo Minax.

 


Durante os primeiros meses do ano 2005 Leo Minax esteve gravando e mixando o seu quarto disco solo, AULANALUA. O disco conta com participações de grandes artistas brasileiros, tais como Moska, Arnaldo Antunes e Marina Machado. Também participam grandes nomes da música espanhola, como Javier Álvarez, Ivan Ferreiro e Javier Vercher, entre outros. Este disco –como o anterior- também tem a produção feita por Suso Saiz.

AULANALUA conta com um making-off realizado por Marinho Antunes. As fotos são –uma vez mais- de Jerónimo Álvarez.

A formação da banda com a que Leo grava este disco conta com Borja Barrueta (bateria), Huma (guitarra) e Luismi Baladrón (baixo).

 


Sua atividade como compositor incluiu novos parceiros durante este ano, tais como Moska, Chico Amaral, Robertinho Brant, Vander Lee, Kadu Vianna, Nancy Strauss e Paco Cifuentes.

Os compositores espanhóis –e parceiros- Pablo Guerrero y Diego Vasallo gravam músicas de Leo Minax nos seus discos PLATA e LOS ABISMOS COTIDIANOS, respectivamente, ambos publicados em 2005.

Tocou em Julho de 2005 no festival ETNOSUR (Jaén, Espanha), dividindo o palco com Javier Ruibal e Jorge Drexler.

Participa do ciclo de shows realizados pela ASOCIACIÓN OJALÁ, de Pamplona.

Participa do show de aniversário do site CANTAUTORES DEL MUNDO, em Madrid.

Durante o mês de setembro participa da gravação do novo disco solo de Celso Adolfo em Belo Horizonte. Este disco inclui novas composições de Leo Minax feitas em parceria com este artista mineiro.

Também participa, comocompositor, de um projeto temático de Celso Adolfo sobre a Estrada Real de Villa Rica.

Em novembro viajou pelo Brasil com o Pilar Jurado Project.

Em dezembro participou, com o seu grupo, do Festival Étnico de la Sierra Norte, COLORES DELMUNDO, em Madrid.

 

O quarto disco na carreira de Leo Minax é publicado pelo selo Harmonia Mundi, em maio de 2006. No mês de junho começa a turnê de apresentação do CD na Espanha, acompanhado por Borja Barrueta (bateria), Huma (guitarra), Mikel Irazoki (baixo elétrico) e Pablo Martin (baixo acústico).

O primeiro show da turnê AULANALUA acontece na Sala Heineken, em Madri. Ivan Ferreiro, Marina Machado e Suso Saiz participam como convidados especiais neste show de estréia.

O segundo show da turnê é feito na Sala Bikini, em Barcelona. A cantora brasileira Marina Machado também é convidada especial neste show.

O show AULANALUA também é apresentado ao longo deste ano nas cidades de Valencia, Málaga (Alameda), outra vez em Madri (FNAC), em Ermua, em Villava (Navarra), em Vic, em La Laguna (Canárias), em Burgos e em La Palma (Canárias).

O artista brasileiro Affonsinho publica o seu disco “Belê”, que inclui a canção “Causa e Efeito” (música de Leo Minax e letra de Jorge Drexler).

Leo toca na Sala Buho Real e no “Libertad 8”, em Madri.

O artista espanhol Luís Pastor inclui a canção “Lábios de Sal” (música de Leo Minax e letra de Pastor) no seu disco “Duos”. Este disco também conta com a participação de Chico César, Dulce Pontes e o espanhol Miguel Rios, entre outros artistas.

Leo Minax participa da VIII Semana de Autor - organizada pela SGAE - junto a Kiko Veneno, Fon Román e outros artistas, na Sala Galileo Galilei de Madri.

 

Trajetoria em 2007

Em fevereiro de 2007 Leo Minax faz show no Centro Cultural Galileo, em Madri.

Em março segue a apresentação de AULANALUA, com a sua banda, no Teatro de Moralzarzal.

Em março volta a tocar no “Libertad 8”, em Madri.

Estréia do filme espanhol “Pudor”, dos diretores Tristán Ulloa e David Ulloa, que inclui duas canções de Leo Minax na sua trilha sonora: “Tempo de Samba” (com letra de Chico Amaral) e “Coisa de Louco”.

A artista espanhola Queyi publica o seu primeiro disco, “Nada Como un Pez”, que traz a participação de Leo Minax.

O artista brasileiro Celso Adolfo publica o CD “Voz, Violão e Algumas Dobras”. Leo Minax escreve a música de cinco canções deste disco, em parceria com Celso Adolfo.

Em abril de 2007 Leo Minax viaja a Roma, onde faz show na sala “The Place”. O artista italiano Niccolò Fabi e a artista franco-italiana Awa Ly são convidados especias neste show.

Ainda no mês de abril deste ano viaja ao Brasil e participa do “Projeto Sempre um Papo”, em Belo Horizonte.

Também no Brasil, apresenta AULANALUA no Teatro Santa Dorotéia, em Belo Horizonte. O show – produção de Wladmir Garcia - é gravado pela Rede Minas de Televisão.

De volta à Espanha, toca na Sala Tribueñe (Madri), no mês de maio.

Em julho, a Rede Minas de Televisão começa a transmitir o show de Leo Minax gravado no Teatro Santa Dorotéia (Programa Palco Brasil).

Leo Minax começa a definir o repertório do seu quinto disco, para o qual conta com os parceiros Vitor Ramil, Vander Lee, Chico Amaral, Makely Ka, Robertinho Brant, Paco Cifuentes e Fernanda Cabral.

No final do verão espanhol do ano 2007 Leo Minax viaja a Gandia, no litoral mediterrâneo, onde grava o seu quinto disco. Viaja com a sua banda (Huma, Borja Barrueta, Marcelo Mariano), com Emilio Saiz (que também participa no disco), com Suso Saiz (produtor do disco) e também com Marinho Antunes (responsável pelo registro das imagens).

A artista espanhola Ana Belén grava “Rumbo al Sur” - música de Leo Minax e letra de Pablo Guerrero – no seu disco “Anatomía

O artista brasileiro Kadu Vianna publica “Dentro”, seu segundo trabalho discográfico, onde apresenta três canções em parceria com Leo Minax.

A cantora brasileira Lilian Nunes grava “Canción para Volar”, versão em castelhano feita por Leo Minax a partir da letra original do compositor brasileiro Magno Mello.

Leo Minax toca em novembro na sala “La Escalera de Jacob”. Também participa do “Encuentro de Cantautores” em Villava (Navarra) durante este mês.

O artista brasileiro Chico Amaral publica o seu CD “Singular”, que inclui duas canções feitas em parceria com Leo Minax (“Tempo de Samba” e “Boca”).

Em dezembro participa de um show solidário em Canárias (La Laguna – Tenerife), junto a Luís Pastor, La Negra e o grupo Free Hole Negro.

 

Trajetoria em 2008

O artista brasileiro Celso Adolfo publica “Estrada Real de Villa Rica”, disco temático que conta com três novas parcerias com Leo Minax.

Em fevereiro toca na Sala Búho Real, Madrid.

Também durante o mês de fevereiro publica-se “Medíocre”, o primeiro disco da jovem artista mexicana Ximena Sariñana, que inclui uma canção de Leo Minax, “No Vuelvo Más” (música de Leo Minax e letra de Sariñana). Este primeiro trabalho de Ximena Sariñana se converte em disco de ouro no México.

Em abril Leo Minax viaja ao Brasil, onde toca no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte. Este show tem a parte visual criada pelo videomaker Marinho Antunes e pelo artista plástico Gilberto de Abreu. (Ambos participam do show, também no palco). O show também conta com a participação especial de Chico Amaral, Celso Adolfo e Affonsinho. A coordenação artística e a produção é de Wladmir Garcia.

Também em abril Leo Minax participa do Projeto Santander Cultural, do Banco Santander, na cidade de Porto Alegre, Brasil. Este show é gravado para posterior emissão pela rede brasileira de televisão TVE – Rio Grande do Sul.

Leo Minax faz show no Auditório da Reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ainda no mês de abril, antes de voltar a Madri. Chico Amaral também participa como convidado neste show.

A cantora espanhola Gala Évora publica o disco “Água y Luz”, que inclui a versão em português feita por Leo Minax da conhecida canção “Ay Pena, Penita” (León, Quintero e Quiroga), interpretada por Gala junto ao artista brasileiro Seu Jorge.

Leo Minax participa do show organizado pela ACASE em Sevilha, junto a Luismi Azogil e outros artistas.

A cantora brasileira Monique Grazinolli também inclui a sua versão de “Causa e Efeito” (parceria de Leo Minax e Jorge Drexler) no seu primeiro disco.

No mês de maio Leo Minax é convidado para participar como intérprete no novo disco do artista Kepa Junquera. Este disco conta com participações de vários artistas de renome, tais como a portuguesa Dulce Pontes e o espanhol Luís Eduardo Aute, entre outros.

Em junho Leo Minax toca na Sala Búho Real (Madri) junto a Suso Saiz.

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